[ESPECIAL] A menina que roubava livros #3


Voltei! Para encerrar esse série super especial de posts sobre A menina que roubava livros. Neste post final, trago alguns trechos marcantes, bem como falo um pouco sobre outros livros tão especiais quanto a obra de Markus Zusak. Vamos lá:Vou começar primeiramente com alguns livros que posso considerar como muito importantes na minha vida.

O primeiro deles é aquele que foi o responsável por me trazer de vez para o mundo da leitura. Antes já tinha lido algumas poucas coisas, mas nada relevante. Mas quando conheci A fantástica fábrica de chocolate, eu soube que não poderia mais deixar de conhecer novos mundos, personagens marcantes e histórias arrebatadoras. Ele é o livro que eu considero como a minha primeira leitura oficial, da vida. Uma obra que peguei, sentei no sofá, deitei no chão e só parei quando terminei.

Seguindo na lista, temos As Crônicas de Nárnia, que até hoje guardo na memória, tanto pelas histórias, quanto pelas circunstâncias que me levaram a ler o livro: fiz uma pequena aposta com uma amiga da escola, onde peguei o livro da biblioteca, de que eu leria aquele livro em uma semana. Ganhei, muito por conta de Nárnia ser um dos universos mais fascinantes e marcantes que eu já tive a oportunidade de conhecer em um livro de fantasia. Personagens carismáticos, um mundo vivo, cheio de mistérios e uma infinidade de possibilidades.

Por falar em universos fantásticos, não há como esquecer o mundo bruxo de Harry Potter, que fui ler de fato após começar a faculdade. Ou então a crueldade de Westeros, de As Crônicas de Gelo e Fogo e suas intermináveis disputas por poder e ameaças míticas, colocando fogo e gelo lado a lado.

O aprendiz de assassino foi uma obra que me deixou extremamente angustiado. Até hoje não consegui pegar a continuação para ler, tamanha a intensidade com que a história me atingiu. Já falei sobre esse livro algumas vezes, inclusive, claro, na resenha dele.

A trilogia dos espinhos não poderia ficar de fora. O citado, Emperor of Thorns, que marca o ápice, até aquele ponto, da evolução narrativa de Mark Lawrence como autor. Um livro especial por conta de um encerramento que, se fosse um quadro, seria cheio de cores e interpretações, para contrastar com o clima cinzento da narrativa de Jorg e seus companheiros até então.

Em livros nacionais, não posso deixar de falar de Surpreendente! e Todo o tempo do mundo, de Maurício Gomyde. Dois excelentes livros de um autor que vem encantando o Brasil com seus personagens e narrativas fortes com mensagens poderosas.

Com semelhanças a A menina que roubava livros, Toda luz que não podemos ver foi outra obra arrebatadora, com personagens memoráveis. A guerra narrada através dos sentidos de uma menina cega e de um jovem soldado alemão que não acha correto tudo o que está acontecendo. Uma narrativa de descobertas.

E claro, muitos outros livros podem entrar nesta lista. A trilogia da Fundação, Elric e o Trono de Rubi, Akira, Ordem Vermelha, e mais, mais e mais.

Para encerrar o post, uma série de quotes de A menina que roubava livros, que obviamente, nem precisa ser citado como um dos livros mais marcantes da minha vida.




Quando a morte conta uma história, você tem que parar para ouvi-la.
E o riso dela? Era algo absolutamente dominador. Ninguém tinha a menor chance diante dele. 
Como a maioria dos sofrimentos, esse começou com uma aparente felicidade. 
Decididamente, eu sei ser animada, sei ser amável. Agradável. Afável. E esses são apenar os As. Só não me peça para ser simpática. Simpatia não tem nada a ver comigo.
Algumas pessoas passam por sua vida, outros a acompanham até que não lhes seja mais possível, outros estão mais perto do que parecem.
Em completa desolação, olhei para o mundo lá em cima. Vi o céu transformar-se de prata em cinza e em cor de chuva. Até as nuvens tentavam fugir. Vez por outra, eu imaginava como seria tudo acima daquelas nuvens, sabendo, sem sombra de dúvida, que o sol era louro e a atmosfera interminável era um gigantesco olho azul.
UMA DEFINIÇÃO NÃO ENCONTRADA NO DICIONÁRIO - Não ir embora: ato de confiança e amor, comumente decifrado pelas crianças.

E é isso. Esses são apenas alguns de uma grande quantidade de trechos que definem bem o que é A menina que roubava livros. Uma obra especial, com mensagens marcantes e personagens inesquecíveis. Espero muito que tenham gostado dessa série de posts aqui no blog. E não esqueçam, o prazo para assinar a caixa de dezembro do Intrínsecos, que traz o novo livro de Markus Zusak, está acabando. Não percam tempo e assinem: Intrínsecos!

Até a próxima!

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