[RESENHA] O Som do Amor



Autor: Jojo Moyes
Editora: Intrínseca
Páginas: 304
Ano: 2016
Classificação: 4/5
Matt e Laura McCarthy são obcecados pela ideia de herdar a Casa Espanhola — uma construção malcuidada e quase em ruínas no condado de Norfolk, interior da Inglaterra, que tem um valor simbólico para os moradores locais. Para atingir esse objetivo, Laura, a mando do marido, faz todas as vontades do velho Sr. Pottisworth, o proprietário. Entretanto, como o homem nunca deixou nada por escrito, quem acaba por herdar a casa é uma parente distante, Isabel Delancey.

Primeiro violino na Orquestra Sinfônica Municipal, em Londres, Isabel tinha uma vida tranquila com seus dois filhos e o marido, mas tudo virou de cabeça para baixo quando ele morreu em um acidente de carro e deixou uma grande dívida. Sua única oportunidade de recomeço é fincar moradia na Casa Espanhola — algo que o casal McCarthy vai tentar impedir a qualquer custo.

O som do amor é um romance sobre obsessão, manipulação, segredos e paixões. Por meio de personagens carismáticos e capazes de tudo para realizar seus objetivos, Jojo Moyes mantém seu estilo inconfundível em uma brilhante história de recomeços.


Boa tarde Divagadores, olha eu aqui mais uma vez trazendo a resenha de mais um livro da Jojo Moyes. Pra quem não gostava de romances estou ficando um tanto quanto viciada no que ela escreve e sempre me pego pensando qual o próximo livro dela irei ler. Enfim, não vim aqui para isso, não é mesmo, vamos ao que interessa.

Tenho que dizer que apesar de amar os livros da Jojo, pela primeira vez tive na mão uma história da qual não peguei muito gosto, pelo menos logo de cara. Isabel, a protagonista deste livro demorou pra me cativar e até o livro chegar neste ponto eu fui praticamente arrastando a leitura.


Veja bem, até hoje todas as personagens de livros que li eram fortes e decididas, até mesmo a Louisa Clark apesar de ser um tanto quanto estabanadinha as vezes e de repente você se depara com uma personagem que por horas parece esquecer de tudo o que deveria ser mais importante. Isso é meio complicado, mas pra quem tem paciência pra ler e não desiste tão fácil como eu, as coisas podem ser recompensadoras.

Apesar de Isabel não ter todo o destaque que merecia ter como protagonistas seus filhos Thierry e Kitty enchem a história de vida e trazem graças nos diversos momentos em que você se pega achando que a história esta começando a ficar um saco. Além da presença dos dois fiquei extremamente apaixonada e encantada Byron, um homem que apesar de seu passado se revela um verdadeiro doce e não mede esforços para ajudar pessoas desconhecidas.


Por falar em saco, temos dois personagens que são um verdadeiro pé no saco. Laura e Matt são do tipo de pessoas que me dão nos nervos dentro da história, mas não vou negar que apesar disso eles não são personagens dispensáveis e sua presença é de extrema importância. 

Devo reconhecer que apesar do livro demorar para emplacar devido a sua protagonista um tanto quanto apagadinha, é uma excelente leitura, não apenas pelo romance em si, mas também por ser cheio de valorosas lições e mostrar que a cobiça humana não tem limites e que não devemos confiar plenamente no que qualquer pessoa diz.

Vou me despedindo por aqui e já tentando decidir qual o próximo livro da Jojo irei ler.

Beijinhos e até a próxima.


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