[ESPECIAL] Melhores Leituras de 2015 - Parte I

Olá galera, estamos de volta com mais uma postagem. Essa que demorou um pouquinho para sair, mas finalmente resolveu aparecer. Pelo título é óbvio que trouxemos a vocês nossas melhores leituras de 2015 com pequenos comentários sobre cada uma das que aparecerem na lista dos que escrevem para o Vagando e Divagando. Nesta Parte I teremos os livros da Gisele e da Nathalia. Esperamos que gostem:



5 - A Última Dança de Chaplin (Fabio Stassi) - Não sei nem como classificar exatamente este livro, mas ele tinha que estar aqui. Sua história que mistura fatos reais com fantasia foi simplesmente maravilhosa e apesar de tudo ainda conseguiu ter um final que me surpreendeu e emocionou.

4 - A Marca de Atena (Rick Riordan) - Tenho que dizer que todos os livros que li do tio Rick esse ano foram maravilhosos, mas esse definitivamente foi o meu favorito. Ele me deixou sem ar várias vezes e claro que eu agradeci demais por ter o box todo na mão quando cheguei no final... Na boa, depois dessa é certeza que vou esperar ele publicar todo Magnus Chase antes de eu começar a ler.

3 - Estação Onze (Emily St. John Mandel) - Esse foi um daqueles livros que não fui com a cara quando li a sinopse, mas que depois me deixou completamente encantada com cada página que eu lia devido ao cuidado com o qual a autora ligou cada um dos fatos e construiu seus personagens, sem contar que eu adorei me deparar com uma visão sobre uma era pós-apocalítica que pode muito bem acontecer.

2 - Surpreendente! (Maurício Gomyde) - Até hoje quando penso nesse livro eu me sinto completamente fascinada com a beleza dessa obra que me encantou em questão de segundos e só não ficou em primeiro lugar na minha lista de leitura porque O Poderoso Chefão é um belo de um clássico. Ainda quero muito ver uma adaptação desse livro para o cinema.

1 - O Poderoso Chefão (Mario Puzo) - Tem como esse livro não estar no topo da minha lista? Eu já havia assistido os filmes há alguns anos atrás, meu irmão ama, meu marido ama e fiz amizade com uma garota que e ama, então decidi ler o livro e acabou que eu também amei. Não tem como não se emocionar com Don Vito Corleone, na boa.

Aha, claro que o meu ano não foi feito apenas de coisas maravilhosas, sei que a ideia aqui é falar de leituras boas, mas tem duas coisas que me decepcionaram tanto que eu tinha que falar aqui. Vamos ao meu TOP 2 das decepções:

2 - Sr Holmes (Mitch Cullin) - Não que o livro seja de todo ruim, mas pra quem é fã de Sherlock Holmes como eu deixou a desejar. Eu sinceramente esperava que fosse apresentado um grande caso do passado e me deparo com uma coisa que não faria diferença na história. O trauma foi tanto que eu não quero me arriscar a ler qualquer outra coisa relacionada ao Sherlock que não seja escrita pelo Arthur Conan Doyle.

1 - O Castelo nos Pirineus (Jostein Gaarder) - Esse livro entra na minha lista de arrependimentos da minha vida de tão ruim que achei... Sério mesmo, o meu desgosto foi tanto que não recomendo nem pro meu pior inimigo.

1 - Sidarta (Hermann Hesse) - Um livro ligado à religiosidade oriental (Budismo), mas que tem uma leitura leve e apaixonante. Me fez ver algumas situações de uma maneira diferente, é ótimo para reflexão. Recomendo!

2 – Silmarillion (J.R.R. Tolkien) - O Hobbit e o Senhor dos Anéis são Obras-primas da literatura mundial, mas a Terra-Média é muito mais rica e tem uma história muito mais antiga e complexa que os eventos da Guerra do Anel. No Silmarillion, é possível entender a mitologia e história da Terra-média, o que torna os outros livros do Tolkien ainda mais ricos.

3 – 1984 (George Orwell) - Um dos maiores clássicos de representação de um futuro distópico. É um dos meus livros favoritos, mas foi uma releitura e por isso não está em primeiro na lista de 2015.

4 - O Tao do Pooh (Benjamin Hoff) - Mais um livro ligado à religiosidade oriental. O nome do livro é estranho e o conceito é ainda mais: usar o ursinho Pooh para falar dos conceitos de uma religião, o Taoismo. Não sei se pela genialidade do autor, ou pela liberdade e simplicidade do Taoismo, mas a execução é perfeita. Recomendo muito para quem tiver a mente aberta e quiser explorar outros campos da religiosidade.

5 - O Capote (Nikolai Gogol) - Releitura também, um conto curtinho mas que é um dos meus favoritos. Apesar do tema da história não ser muito dramático ou emocionante, eu senti tanta empatia pelo personagem principal e me emocionei muito com a história.

6 - 1 L de Lágrimas (Aya Kito) - Não coloco mais acima na lista pelo tanto que me fez chorar esse livro. Uma história baseada no diário de uma menininha japonesa com esclerose múltipla, 1 litro de lágrimas acho que ainda é pouco pra dizer o tanto que eu chorei.

7 - Ao Haru no Ride (Io Sakisaka) - Um mangá que li inteiro em menos de 3 dias. Dizer que me viciei é pouco! É um shoujo com uma história tradicional (menina se apaixona por adolescente problemático com problemas para se envolver com pessoas), mas a execução e os personagens são ótimos! Recomendo para quem gosta do gênero.

8 - Tao Te Ching - O livro sagrado do Taoismo, mas que é muito diferente do que estamos acostumados nas religiões monoteístas. Muito diferente da Bíblia, Alcorão e Torah, o livro não conta histórias e impõe um modo de vida, mas aconselha e guia suas ações e pensamentos. Conceitos como yin yang, e como o ideal é atingir o equilíbrio são a base do texto. Na minha concepção, o Taoismo tem muito mais de filosofia e ética que propriamente religião, então mesmo aqueles convictos em sua fé deveriam dar uma chance ao Tao Te Ching.

9 - Persepolis Volume 2 (Marjane Satrapi) - Uma história em quadrinhos na forma de livro, feita por uma Iraniana. Muito interessante, ainda preciso ler os outros volumes, mas já me interessei muito.

10 - O Processo (Franz Kafka) - Livro muito reflexivo, excelente para debate, mas devo dizer que demorei bastante para ler. Assim como a temática (burocracia excessiva), o livro é um pouco difícil de ler, mas vale a pena.

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